«Cavalo»
Rio de Janeiro RJ, 1978
Vive e trabalha em Rio das Ostras
Acumulação é a palavra de ordem no trabalho de Felipe Barbosa, e somente com ela e através dela que o objeto acumulado ganha sentido. Mas o capitalismo selvagem que me desculpe. Não há espaço para desperdícios na obra de Barbosa; o consumo exacerbado aqui, não entra em questão. O universo dos objetos escolhidos em sua maioria é infantil. Eles suscitam esquemas de montagem, encaixes, contrastes, combinação e por fim, resultados. Nesta operação quase matemática desdobram-se: somas, ângulos, circunferências, troncos, trapézios e parábolas com objetos acumulados. Felipe Barbosa realiza uma análise combinatória com os objetos, preenche os espaços entre eles resultando em cores, texturas e principalmente, matéria.